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Estendendo-se pelos municípios de Botuverá e Nova Trento,
esta reserva foi fundada em 20 de junho de 1980, pelo
decreto 11.232, com área de 1.844 hectares. Posteriormente
foram anexados 55 hectares, através do Decreto 4.840,
de 23 de setembro de 1994, totalizando 1.899 hectares.
Seu nome vem da canela-preta (Ocotea catharinensis), que
predomina na área. O local é coberto pela Floresta Atlântica
e, além da canela-preta, encontra-se também grande quantidade
de palmiteiros. A região tem vários morros, formando inúmeros
vales, onde correm rios que formarão a bacia do rio Itajaí-Açú
e a do rio Tijucas. Por abrigar espécies de vegetação
que estão desaparecendo em nosso Estado, o local não está
aberto ao público, funcionando como uma importante reserva
genética e área para pesquisa científica.

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